Paula Barrozo

♥♥♥ FRISSON ♥♥♥ Elegante, Sofisticada e Discreta, a maneira certa de aparecer !!!

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sábado, 30 de abril de 2011

♥♥ Kate Middleton com ISSA até a última hora !!! ♥♥





Kate Middleton, chegou ao tradicional Hotel Goring onde passou sua última noite de plebéia, vestindo Issa London, grife da estilista dos famosos, Daniella Helayel e preferida da Princesa.

 Kate Middleton, noiva do Príncipe William, acena para a mulditão ao chegar ao Goring Hotel, em Londres, onde vai passar sua última noite como plebeia antes do casamento real (Foto: AP)
Yes, she is wearing an Issa dress !!!!!











Kate e o príncipe casam-se nesta sexta-feira (29) na Abadia de Westminster (Foto: AP)


O tão comentado vestido azul usado no anúncio oficial do noivado foi também uma criação de Daniella Helayel.



O famoso vestido provavelmente vestirá Catherine, Duquesa de Cambridge, no Museu de Cera de Madame Tussauds antes do fim do ano, e consagrará para sempre notre Chère Daniella !!!
Paulo Helayel que o diga !!!! 
Notre Cher Ami et Pai Orgulhoso, vibrando com as conquistas e o grande talento da filhota !!! 

              Félicitations, Mon Cher Ami, 
              elle est vraiment Géniale !!!!

                   SUCESSO ETERNO !!!!!

Daniella Helayel

Para relembrar... 
matéria publicada na revista Veja São Paulo




PERFIL

'Issa London', a grife de Daniella Helayel, no closet das famosas

A estilista conta sobre a trajetória de sua carreira até chegar a celebridades como Kate Moss e Madonna

Juliana de Faria, de Londres | 02/06/2010
Daniella, na última London Fashion Week: três anos entre uma primeira coleção desastrosa e a chance de ingressar na semana de moda britânica
Daniella, na última London Fashion Week: três anos entre uma primeira coleção desastrosa e a chance de ingressar na semana de moda britânica
Stuart Wilson
Uma pesquisa com 3 000 ingleses, no ano passado, apontou Kate Moss como a personalidade que mais lança tendências de moda entre as mulheres britânicas. Informalmente, todo mundo já sabia disso, e, fosse feito levantamento similar em outros países, resultados idênticos possivelmente viriam à tona. Daí a importância que o réveillon de 2008 teve para a carreira da estilista fluminense Daniella Helayel. Naquele fim de ano, ela embarcou para Phuket, na Tailândia, onde uma conhecida a apresentou à top. “Quero um igual ao seu”, exclamou a modelo, ao ver o cafetã usado pela tal amiga. Era da grife Issa London, criada pela brasileira. Como estava de férias, ela não tinha nada a oferecer à potencial cliente. Para não perder o bilhete de loteria fashion — Kate veste, as outras imitam, lembram? —, Daniella correu até a suíte do hotel e trouxe meia dúzia de modelitos da própria bagagem. “Posso procurar na sua mala?”, disse Kate Moss, que a acompanhou ao quarto, revirou as roupas e escolheu duas peças. “Logo as minhas favoritas, acredita?”, lembra, às gargalhadas. 
Divulgação
Em chique companhia: Kate Moss virou amiga e cliente de Daniella Helayel após conhecê-la na Tailândia
Em chique companhia: Kate Moss virou amiga e cliente de Daniella Helayel após conhecê-la na Tailândia
Não faltam episódios assim no repertório da estilista, que dessa maneira conseguiu conquistar espaço no closet de celebridades como a atriz Scarlett Johansson e a socialite Paris Hilton, além das cantoras Madonna, Jennifer Lopez e Kylie Minogue. Daí o frisson entre as paulistanas endinheiradas quando desembarcam novas coleções da Issa London na NK Store, butique dos Jardins que é o único ponto de venda da marca em São Paulo. E olhe que os preços variam de 1 500 a 5 500 reais. “Já chegamos a vender 300 peças em duas horas”, conta Thiago Costa Rêgo, diretor de marketing da loja. “As clientes passavam o cartão de crédito sem nem mesmo olhar qual vestido estavam comprando.”
Conquistar lugar no closet de famosas, no entanto, não explica completamente a ascensão da grife. Um de seus trunfos consiste em mirar num perfil encontrado aos montes em qualquer metrópole: a mulher que tem pouco tempo para escolher os looks e encara compromissos em esferas sociais diferentes num mesmo dia — da reunião de trabalho à happy hour. “Além de atemporais, são fáceis de usar”, diz uma de suas clientes, a ex-modelo e socialite Andrea Dellal. 
Divulgação
Daniella Helayel entre as princesas de York, Eugenie e Beatrice
Daniella Helayel entre as princesas de York, Eugenie e Beatrice
A preocupação com a modelagem também é uma das características importantes. Para a stylist francesa Laetitia Wajnapel, autora do blog Mademoiselle Robot, um dos mais influentes de Londres, o segredo da Issa está no acabamento. “É refinado e glamouroso”, afirma. Detalhista, Daniella garante que já mandou refazer coleções inteiras por não ter ficado satisfeita com o caimento. “Tem de ficar bem em todo tipo de corpo, não só em mulheres magérrimas”, afirma. A consultora de moda paulistana Manu Carvalho destaca que o grande trunfo da marca é realçar os pontos fortes e disfarçar imperfeições. “Assim, qualquer uma sai bem em fotos.” 
Divulgação
Daniella Helayel com a ex-modelo Andrea Dellal, que foi com a filha, Charlotte, ver a apresentação na semana de moda inglesa
Daniella Helayel com a ex-modelo Andrea Dellal, que foi com a filha, Charlotte, ver a apresentação na semana de moda inglesa
E que famosa não sonha exatamente com algo do tipo? Não à toa, Sharon Stone virou fã. Aliás, o encontro de Daniella com a atriz americana ilustra bem mais um dos fatores de seu sucesso: um apurado senso de oportunidade (no melhor sentido que a expressão possa ter). Ao saber que a estrela de ‘Instinto Selvagem’ estava em Londres para rodar a continuação do filme, deixou uma sacola com um vestido da grife na porta do apartamento dela. Recebeu, no dia seguinte, um telefonema da relações-públicas da loira, que a convidou a visitar o set para mostrar outros modelitos. “A Sharon comprou logo oito peças”, conta ela, que amargou três horas de chá de cadeira até ser recebida. “Foi espontânea a ponto de ficar pelada na minha frente.”
Apesar de as roupas terem qualidade, descontada a badalação, a verdade é que Issa não traz grandes arroubos de inspiração para a moda. Os desfiles da marca na London Fashion Week, de que participa desde 2006, naturalmente reúnem personalidades e têm no elenco de modelos nomes como Naomi Campbell, mas Daniella não costuma ousar: o que se vê na passarela pouco difere do que, de fato, chega às araras. Seus críticos ressaltam a semelhança com as criações de Diane von Furstenberg, estilista belga que na década de 70 criou os vestidos-envelope. “Ela não tem pretensão de ser revolucionária”, avalia a crítica de moda Lilian Pacce, do jornal ‘O Estado de S. Paulo’. “Nunca quis fazer nada conceitual”, diz a estilista. “Estou mais preocupada em garantir o conforto de quem compra minhas roupas.” 
Divulgação
Modelo mirim: em junho, a estilista coloca nas araras uma linha de roupas infantis, a Baby Issa
Modelo mirim: em junho, a estilista coloca nas araras uma linha de roupas infantis, a Baby Issa
O dia a dia de Daniella acontece numa região central da capital inglesa: o luxuoso Chelsea, bairro cheio de residentes famosos como a cantora Lily Allen, o ator Hugh Grant e a atriz Gwyneth Paltrow. Seu showroom, localizado entre o estádio do time de futebol que leva o nome do bairro e o Rio Tâmisa, ocupa o último andar de um predinho de três pisos. A equipe é formada por 26 funcionários de diferentes nacionalidades (brasileiros, ingleses, chineses, franceses, canadenses, lituanos, russos...) e conta com duas mascotes: os cachorrinhos da raça maltês Snowball e Monster. Saem dali todas as ideias, desenhos e moldes das coleções, transformadas em 15 000 peças em fábricas na China e na Polônia. Elas depois vão para lojas em 33 países — a Inglaterra, a Itália e o Oriente Médio são os maiores compradores. Em Londres, um vestido Issa tem preço médio de 500 libras (1 300 reais).
Daniella passa longe de ter qualquer afetação. É simples, ri muito e faz piadas de si mesma o tempo todo. Quando alguém quer saber sua idade, por exemplo, conta que tem “eternamente 25 anos”. Percorre de bicicleta ou a pé as oito quadras de distância entre sua residência e o ateliê, mesmo debaixo da rotineira chuva londrina. Afirma não ser consumista quando se trata de roupas. Solteira e sem filhos, diz preferir gastar seu dinheiro com viagens (foi duas vezes para a Tailândia neste semestre), jantares com amigos e antiguidades garimpadas no Portobello Road Market, um dos mercados mais famosos de Londres. Tem, sim, lá suas vaidades: todo dia, acorda às 7 da manhã para fazer massagem. Das 8h30 às 9h30, exercita-se com um personal trainer. Depois, ainda tira energia para mais trinta minutos de esteira. Chega por volta das 11 ao trabalho, onde tem ficado pelo menos doze horas seguidas, graças a um novo projeto pelo qual está apaixonada: o Baby Issa, com lançamento previsto para junho. “Vai ser a coisa mais fofa do mundo”, diz, entusiasmada. A coleção terá vestidinhos batizados com o nome de crianças famosas, como Suri (filha dos atores Tom Cruise e Katie Holmes), Shiloh (filha dos atores Brad Pitt e Angelina Jolie) e Mercy James (filha adotiva da cantora Madonna). Obviamente, cada uma delas receberá na porta de casa várias peças de presente. “O gostoso de trabalhar com criança é que a roupa só precisa ser fofa, linda e alegre”, afirma. “Não tenho de me preocupar com todas as variações de humor das mulheres.”
Conde Nast/Corbis/Latinstock
A top Naomi Campbell, estrela das coleções Issa desde 2006: roupas que valorizam os pontos fortes da mulher e escondem as imperfeições
A top Naomi Campbell, estrela das coleções Issa desde 2006: roupas que valorizam os pontos fortes da mulher e escondem as imperfeições
A brasileira começou a traçar seu caminho na moda em 1991. Largou o curso de direito e a vida de garota de classe média em Niterói, no Rio de Janeiro, para estudar desenho e marketing no Fashion Institute of Technology, em Nova York. Nos Estados Unidos, o primeiro emprego foi como babá. “Eu acabava chorando junto com o bebê”, recorda. Logo o governo brasileiro abriu as importações, e ela descolou trabalho como consultora de compras numa rede de lojas. Escolhia produtos que a empresa de São Paulo encomendava de atacadistas americanos. Em 1999, com uma vida financeira estável, mudou-se para Londres determinada a superar o rompimento de um namoro. Após dois anos “tentando se descobrir”, arriscou-se a desenhar roupas para as amigas. Em 2004, lançou a Issa (o nome vem de uma interjeição muito usada por surfistas). Para quem vê Daniella ao lado de celebridades nas colunas sociais, pode ser difícil acreditar que a primeira leva de vestidos com a etiqueta Issa resultou num desastre comercial: nenhuma venda. “Eu era inocente e achava que bastava criar uma coleção para as pessoas comprarem”, diz. O evento atraiu meia dúzia de gatos-pingados, o que chamou sua atenção para a importância do marketing de moda e de ter bons contatos — os dois elementos que a fizeram sair da obscuridade para os cabides das famosas. Lição que, pelo visto, hoje ela domina.  












Paula Barrozo às 04:25
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